Assim devia ser a viagem?
Quero servir-me deste blog para aprender português e divertir-me enquanto recordo alguns velhos quadrinhos espanhois (algum atual). Seguramente logo de mil anos eu rirei com todos os absurdos gramaticais e erros ortográficos... "Terei um montão de post por corrigir!"
Perdoem os erros gramaticais, qualquer indecisão ortográfica, e assinalem essas faltas se dispusserem de tempo, obrigado!

quarta-feira, 19 de maio de 2010

História em quadrinhos etnográfica.

Título: Invisible.
Roteiro e desenhos: Jaime Martín.
Editorial: Edicions de Ponent, coleçao Mercat.
Data de publicação: 2004.

[Álbum brochado com capa cartonada (30x22 cm, 60 páginas).]

Situações, eventos, a lentidão e a leviandade dos trajetos urbanos. Essas pausas caóticas da cidade são o argumento duma BD do desenhista Jaime Martín, criador da saga Sangre de Barrio (Vida louca, Conrad Editora), na que foge das tramas criminais e os ritos daquel grupo de adolescentes marginais topando um personagem mais ambiguo, duma eficacia simbólica muito superior à daqueles seus antigos protagonistas. O indigente.
Invisible é (eu creio) uma história em quadrinhos realista cum cenário real e ilimitado, as ruas, uma praza ou um parque público, o metrô ou um centro comercial, no que o desenhista descreve uma série de
'jogos', acontecimentos quotidianos, casuais, orientados pelas operações dum ser invísibel em seu perpétuo movimento de lado a lado da cidade. Como arriscados momentos de vida fortuita; sentados na mesma escada junto da city comercial, no centro da cidade, bebendo vinho ao lado dum executivo, que amanha acordará para retomar sua posição dentro do grupo de trabalhadores; nu, entre os transeuntes, lavando seu corpo numa fonte, no medio de tudo e de tudos. São instantes de subjetividade plena que revelam a distância entre esta obra e outras histórias urbanas de Jaime Martín nas que o esclarecimento dos sentimentos de pertence e a perdurabilirade das relações sustentadas num território ainda contituiam um argumento principal ao invés de Invisible, onde a distância e os esvaziamentos, a poetización dos comportamentos ausentes e sua ilustração devêm como único argumento possível.
Talvez a BD mais realista que eu tenha lido, já que não contrapõe a figura socialmente invisível dum indigente como denúncia da imobilidade do status que os organimos de controle social tentam impor mediante a criação de estruturas fechadas e imutáveis, senão que representa a este personagem, tão convencido de sua própria invisibilidade, como um monstro integrado nessa estrutura de poder. Um monstro ocupando os limites que o poder não pode ocupar e vigiar, espaços onde a normalidade propugnada por esse poder e sua estrutura ideal perfeita se encontram em perigo de ser contagiados por o caos momentâneo duma manifestação. Manifestação multitudianria ante a que o monstro invisível se revela como guardian do poder político contra o que 'lutam' os manifestantes, e cuja visão lhes obriga a regressar a sua posição convenientemente regulada.


Vida louca [link]--> na Folha Online
Invisible []--> La Guía del cómic
Entrevista a Jaime Martín []--> Carlos Lopes

3 comentários:

Anônimo disse...

voçê é um estrangeiro que gosta de quadrinhos antigos e quer se entrosar, escrever corretamente?! sinta-se em casa amigo!gostei do teu blog e não se preocupe com erros gramáticais.com o tempo voçê vai se acertando na língua portuguesa! um abraço! e aqui nesta linda terra que é o brasil, voçê não é mais um estranho e sim pertence agora a grande familia que se chama brasil!

trejos-comics disse...

WoW ! saludos desde América!
Me ha gusta do mucho este blog! felicitaciones... muy buena información... :)

te invito a visitar y coemtar mi comicblog!
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Anônimo disse...

J'aime vraiment votre article. J'ai essaye de trouver de nombreux en ligne et trouver le v?tre pour être la meilleure de toutes.

Mon francais n'est pas tres bon, je suis de l'Allemagne.

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