Assim devia ser a viagem?
Quero servir-me deste blog para aprender português e divertir-me enquanto recordo alguns velhos quadrinhos espanhois (algum atual). Seguramente logo de mil anos eu rirei com todos os absurdos gramaticais e erros ortográficos... "Terei um montão de post por corrigir!"
Perdoem os erros gramaticais, qualquer indecisão ortográfica, e assinalem essas faltas se dispusserem de tempo, obrigado!

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Meu album de Ticonderoga.

Título: Ticonderoga.
Roteiro: Héctor G. Osterheld.
Desenhos: Hugo Pratt (Gisela Dester).
Editorial: Editorial Cuadro por Cuadro, Coleçao CC.
Data de publicação: 2003.

[Álbum (30x22 cm, 102 páginas) de capa mole e badanas com uma pequena biografia dos autores, prêfacio de Alejandro M. Viturtia sobre a obra e publicação das criações Oesterheld na Espanha e na Europa. No 1960 a série teve uma versão com desenhos de Gisela Dester.]

Inclusive ladeando por fora das lojas especializadas, encontrar uma edição recomendável de
qualquer BD de Oesterheld é difícil. Na Espanha, algumas de suas séries foram traduzidas do italiano e o francês para o espanhol e publicadas durante os anos setenta e oitenta nas tais famosas revistas de histórias em quadrinhos como El Globo, Zeppelin, Dossier Negro, Hunter, Sargento Kirk, Totem, Rambla ou Zona 84, e alguns álbums recompilatórios; como escreve Alejandro M. Viturtia em seu prêfacio para este volume, além de deturpar a narração em quadrinhos, por vezes, nim referiam a autoría dos roteiros de Oesterheld. O roteirista é sempre a última vítima dos editores em qualquer lugar do mundo.
Ticonderoga Flint é o mesmo personagem da obra de Hugo Pratt Wheeling (Ediçoes Asa) mas esta é a historia verdadeira. O western do 1700 apetecido pelos dois autores durante tanto tempo até sua criaçao em 1957 após abandonar a Editorial Abril e fundar Editorial Frontera.
Nas mãos de Oesterheld e com arte de Hugo Pratt -parcialmente ajudado na arte-final pela sua assistente Gisela Dester nalguns dos episodios-, era o quadrinho principal da revista argentina Frontera Mensual, depois em Frontera Extra. A história, segundo o artigo Cuándo y cómo nació TICONDEROGA, escrito pelo própio roteirista, e incluído no livro Historia de la Historieta argentina, sempre foi um desejo compartilhado entre eles dois. Dizia Oesterheld que desde sua infância Pratt tinha-se consagrado a busca de documentação sobre essa época enquanto ele manteve sua paixão da leitura de Karl May e Fenimore Cooper.
Poicas coisas podem ser mais certas, poucas de mais fiéis que estas aventuras de Ticonderoga e Caleeb Lee, Craig, Numokh, Mowhee... no ano de 1755, nas guerras coloniais de franceses e ingleses entre as árvores extraordinárias de Canada e os Estados Unidos
.

A história trasladanos a natureza dos bosques inexplorados do Norte. História de Caleeb Lee, sua memória de homem velho como soldado adolescente no exército do General Braddock, seu primeiro encontro com um jovem Ticonderoga Flint e as primeiras experiencias junto aos indios até a Batalha do lago George e a nova andadura de Caleeb, Ticonderoga e Numok ao Sur.














Nestas páginas Caleeb e um soldado moribundo compartilham o mais pequeno espazo de amiszade, como o Mano e Juan Salvo en El Eternauta, quando morre de vida este inimigo
segurando na mão o recordo duma canção inocente e uma flor. Uma verdade herética que se pode cantar no mundo dos westerns em quadrinhos, talvez apenas acompanhado por outro herói criado por Héctor Germán Oesterheld, o Sargento Kirk.
Bem, este é meu álbum Ticonderoga . É claro que eu desconhezo qual ediçao é a melhor, atopei outras: o album de Humanoïds associés (1982), e o numero 17 da Biblioteca Clarín de la Historieta.

Ticonderoga [link]--> 1 e 2 e 3
Peripecias de Chiquirritipis
[link]--> Sargento Kirk

Tebeosfera
[]-->
Biblioteca Clarín de la Historieta
Os Armênios
[]--> Muito Além de Mafalda Blog dos quadrinhos




Título: Historia de la Historieta argentina.
Autores: Carlos Trillo e Guillermo Saccomanno.
Editorial: Ediciones Record
.
Data de publicação: outubro de 1980.

[Livro com capa branda, 26'5x19'5, ilustraçoes em preto e branco, 192 páginas. Epílogo de Juan Sasturain e uma biografia dos autores.]

Livro teórico dedicado à Historieta argentina, um tesouro clásico lavrado pelos roteiristas Carlos Trillo e Guillermo Saccomanno a partir dos artigos publicados nas revistas de histórias em quadrinhos Skorpio e Tit-Bits.
Historia de la historieta Argentina reúne contidos historiográficos e entrevistas com os protagonistas da Historieta (algumas delas cedidas por Juan Sasturain) Oski, Oesterheld -entrevista desfigurada debido à censura-, Alberto Breccia e Hugo Pratt. Também curiosos documentos ligados ao roteirista de Ticonderoga, junto com uma cronologia da sua obra, como um roteiro autobiográfico de 1958 publicado no livro La Historieta Mundial e seus artigos na revista Dibujantes Cómo nace un personaje de historieta e Cuándo y cómo nació TICONDEROGA, onde toma a defensa do lavor dos roteiristas de quadrinhos na criação dos personagems e a germinação de Ticonderoga Flint.
Um grande número de capas de revistas, cartuns, charges, páginas de quadrinhos e fotografias ilustram o percorrido histórico da Banda desenhada na argentina e as suas mudanças no terreno gráfico e industrial. Também tem destaque os aspectos sociais do medio quadrinhístico, especialmente o humor nos jornais e a competência e pressãos políticas daqueles primeiros editores da prensa satírica.
Caras y Caretas, Viruta y Chicharrón, Sonaste Maneco, El Tony, Raúl Roux, Patoruzu, Dante Quiterno, José Luis Salinas, Ramón Columba, Divito, Rico Tipo, Intervalo, Langostino, Abril, Ongaro, Junglemen, Misterix, Rayo Rojo, Calé, Muchnik, Roume, Casalla, Vito Nervio, Hora Cero, Ray Collins, Watami, Inodoro Pereyra, Zanotto, Nippur de Lagash... Historia de la Historieta argentina.


Prólogo

No existe en la Argentina, un archivo que

contenga toda la memoria gráfica del país. No hay
colecciones ordenadas de revistas en las bibliotecas
y las revistas de folletines no figuran en ninguna de ellas.
Es, entonces, una tarea compleja encarar una
historia del humor y la historieta. Hay que recurrir a
la memoria de los autores, a los coleccionistas, a los
recuerdos de niñez propios y ajenos. También hay
que reconstruir totalidades con fragmentos dispersos.
Por eso, y por impaciencia para esperar a reunir
más material, es que este es un libro icompleto.
Habla de la historieta y el humor argentinos,
define tendencias, puntualiza períodos y trata de
acercarse a fechas y biografías correctas.
Intenta, también, sonsacar datos más íntimos a
algunos de los creadores importantes, recogiendo
sus palabras en reportajes y monografías.
No se había escrito antes un libro como éste, y
esperamos de él sólo unas pocas cosas. Las más
importantes, que sirva como borrador para una tarea
más vasta, realizada por un equipo de especialistas, en
tiempos que queremos suponer cercanos.
Queda mucha información perdida por ahí que
habrá que buscar.
Quedan muchos temas para la reflexión.
Nos gratifica pensar a este libro como undesafío.

Trillo y Saccomanno, agosto de 1980


Tebeosfera []--> Hector Germán Oesterheld. Una aventura interior.
Tebeosfera
[]--> Abril en Buenos Aires.



Título: Héctor G. Oesterheld. Elsimple arte de narrar.
Editorial: Semana Negra e Fundación Municipal de Cultura, Educación y Universidad Popular.
Data de publicação: 1998.

[Catálogo da exposição da Semana Negra de Gijón 1998 dedicada a dupla Alberto Breccia - Héctor G. Oesterheld (1000 exemplares). Livro com badanas, capa moles, 24x19 e 144 páginas.]

Não é o livro mais exclusivo entre os distribuidos gratuitamente no festival Semana Negra de Gijón: textos de Angel de la Calle, Jorge Zentner, Carlos Sampayo e José Muñoz, páginas de Sherlock Time, um autoretrato do desenhista, Miedo e a versão de El Eternauta de Breccia e Oesterheld, los artigos de Oesterheld Cómo nace un personaje de historieta e Cómo y cuándo nació Ticonderoga, uma biografia de Oesterheld, um listado das obras essenciais desta dupla de artistas, Secuestro de un guionista argentino (texto de maio do ano 1977 firmado pela Familia e amigos de Héctor Germán Oesterheld), Héctor Germán Oesterhel. Una aventura interior (do livro de Carlos Trillo e Guillermo Saccomanno Historia de la Historieta argertina) , Oesterheld y el Héroe nuevo de Juan Sasturain.
Bem, não é o meu favorito más sim um livrinho que qualquer leitor de BD quisera ter; ao
acordar, na manha, para ver todas as páginas das séries de Oesterheld que ilustran esses textos, Ernie Pike, Richard Long, Doctor Morgue, Sargento Kirk, Randall, Ticonderoga, Sherlock Time, Rolo, Bull Rocket...



[]--> Oesterheld y el Héroe nuevo

[]--> Bibliotecas municipais de Lisboa


[]--> Almanaque dos quadrinhos: 100 anos de uma mídia







mashistorietas.blogspot


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