Olá, desejo aprender português. "Alto-minhoto, madeirense, carioca, mineiro?" Gustariame rir, mais ainda non conhezo a onomatopéia correta...
Assim devia ser a viagem? Quero servirme deste blog para aprender português e divertirme enquanto recordo alguns velhos quadrinhos espanhois (mais algum atual). Seguramente dentro dum ou dois anos rirei de todos os absurdos gramaticais e erros ortográficos... "Terei um montão de post por corrigir!" Perdoem os erros gramaticais, qualquer indecisão ortográfica, e assinalem essas faltas se dispõem de tempo, obrigado!
Título:Carmilla. Roteiro :Roy Thomas. Desenhos: Rafael Fonteriz e Isaac M. del Rivero. Editorial: Dude Comics, coleção Dude Gold. Data de publicação:1999.
[Álbum 26x17, 60 páginas, preto e branco, capa branda. Tradução de Jordi Juanmartí. Prólogo de Roy Thomas, texto sob à produção desta banda desenhada escrito por Jorge Iván Argiz, e um artigo de Germán Menéndez Flórez lembrando ao escritor Joseph Sheridan Le Fanu.]
Uma BD muito especial, por ser uma adaptação literária da obra de Joseph Sheridan Le Fanu. Também por ser 'El Tebeo' do lendário roteirista Roy Thomas, sua obra espanhola, já que foi criada a solicitação de Jorge Iván Argiz para a editorial Dude Comics, assim o afirma em seu prólogo Carmilla y otros vámpiros: "Jorge Iván Argiz me pediu que criasse um par de novas séries para esta companhia espanhola, e eu pensei que poderia ser agradável. Como se me identifica principalmente com os superheróis (para alguns, com os superheróis da II Guerra Mundial), criei ANTHEM... e, na linha de sword and sorcery, desenvolvi o conceito da GUERRA DO ANEL. E, sem pensar, enviei uma idea que tinha criado como uma adaptação e continuação da novela de mulheres vampiro da década de 1870: Carmilla que, é claro, adiantouse ao DRÁCULA de Bram Stocker em duas décadas. Por fim, a Jorge lhe agradou mais CARMILLA que ANTHEM e A GUERRA DO ANEL, e de seguido conectou todos os mecanismos editoriais para produzir um quadrinho de Dude ..." Na crónica dos sucessos editoriais foi uma colaboração insólita, mesmo se admitindo seu humilde formato, eu a considero uma das melhores obras publicadas por Dude Comics. Ainda que jamais se completou o projeto inicial com uma série da personagem e diferentes desenhistas espanhóis, onde apareceria uma constelação de vampiros e seres extraordinários da literatura e a mitologia popular. Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dez anos ao roteirista, já que no prólogo antecipa façanhas futuras e passadas, por exemplo, um encontro entre Carmilla e Drácula.
"Mal posso esperar o dia em que Carmilla se encontre com Drácula -por não contar todos os infames vampiros da história e a literatura-."
A história começa numa grande urbe moderna na que Carmilla deambula como se tivesse intervindo nalgum fato transcendente. Essa é a sensação que transmitem as duas primeiras páginas desenhadas por Rafael Fonteriz, uma esperança fundamental se rompeu e o mundo volta a ser sólido, as roupas da vampira aparecem destroçadas mas seus cabelos voam com o vento e ascendem. O clima e os edifícios, torres escuras e nuvens enfunadas como gorjas, comunicam o estado de morbidez que camufla a atitude da protagonista. Repousada, aparentemente desfalecida enquanto observa um mundo substancial. Uma rua estreita e curta.
Abaixo, numa das imagens de caça humana que oferece a urbe, Laura foge dum grupo de homens. Esta mulher é reconhecida pela Mulher, e a mãe terrível devora aos caçadores. Quando Laura acorda, longe daqueles homens, Carmilla lhe entrega um livro titulado... Carmilla. "Tudo o que se pode saber, e tudo quanto precisas saber" A arte de Isaac M. del Rivero reproduciuse diretamente do lápis nesta edição (no link que incluo no final deste post há melhores imagens) .Os detalhes e a ambientação detêm a evolução do presente transladando-nos à doce natureza do passado de Carmilla, que o escritor converteu em ficção; no final, uma adaptação ótima, a soma das vontades de roteirista e desenhista acertou com a coleção sugerida ou inconsciente de significações e temas da obra de Le Fanu. A beleza e a crueldade desta Carmilla de Isaac del Rivero refletem a clave que o escritor confiava à infância de Laura e a delicada depravación sexual que sublinha o mito da mulher vampiro. Roy Thomas também não errou ao aplicar na evocação do encantamento vampírico algums dos melhores detalhes, a metáfora da maturidade feminina expulsada do gênero humano ao cair da transformação do verme em borboleta, asimilação animal que enlaça a mulher com o reino do inanimado, e a intensificação aracnida da mulher caçadora, sedutora e sangrenta. A narração supletiva do passado de Carmilla remata com o conhecido extermínio da virgem caçadora, regressamos ao presente e volta Fonteriz. Ainda há tempo para espargir mais sangue e assegurar a aliança que os homens jamais destruiran. Excelente BD. Creio que o rosto de Roy Thomas é o do Barão Von Vonderburg, e entre as muitas histórias que o roteirista poderia ter escrito: o encontro de Carmilla e Sheridan Le Fanu, Carmilla e Dracula. O prólogo de Roy Thomas é excepcional, é impossível crer que as grandes editoras esqueceram Carmilla. - Carmilla no blog do desenhista Rafael Fonteriz: [links]-->123 - Páginas e ilustrações de Carmilla Nuestra señora de los Vampiros e outras histórias em quadrinhos [link]--> Isaac M. do Rivero
El lado salvaje homenageia a febre das tiras clássicas dos jornais e passou a ser disponibilizada de ponta a ponta no blog de seu autor Rafa Fonteriz. Além disso, tambem mostra como se dá a evolução das ilustrações prévias e mostras de roteiro desenhado desta mesma HQ e doutras obras do quadrinhista espanhol.
No final, uma 'enquisa'. Qualquer leitor do blog poderá escolher uma obra pela sua capa, depois eu tentarei escrever um post de cada uma das obras selecionadas.
Título:Doctor Vertigo. Roteiro e desenhos:Martí. Editorial: Ediciones La Cúpula. Data de publicação:1989.
[Álbum 28x22, 56 páginas, preto e branco, capa branda. Publicada previamente na revista El Víborade Ediciones La Cúpula. Prêmio Mejor álbum del año - Salón del Cómic de Barcelona 1990]
Segundo dados de uma enquisa de opinião publicada em El Víbora no ano 1989 Doctor Vertigo era uma das histórias favoritas entre os leitores da mítica revista de banda desenhada, e este personagem um dos mais populares competindo com Fat Freddy´s Cat de Shelton e Sarita de Pons, Galiano e Marta. Ainda que atualmente não exista uma pesquisa que o constate,Martí permanece um dos autores mais reivindicados pelos leitores, críticos, editores e artistas dos quadrinhos. E não unicamente por participar como um dos principais desenhistas nos inícios da revista mais longeva do underground espanhol (1979-2005), senão pela atmosfera, os rasgos psicológicos de seus personagens e a luz de suas histórias. Onde as paisagens urbanas, o ambiente contemporâneo e a coerência entre o contraste dramático do crime e os diferentes graus de adaptação ou desadaptacão social se desenvolvem enfrentandose dramaticamente mediante situações que documentam a angústia e a morbidez do corpo social. Nesta história em quadrinhos se encadeiam imagens como numa peripécia novelesca, quase conformando o palco da marcrorúbrica de uma obra de teatro com que representar a situação vital de uma mulher casada e sem filhos. Alicia, dona de casa cuja única evidência de sua própia realidade a constitui o vínculo social estabelecido com seu marido Luciano mediante a cerimônia do casamento. Um argumento realista coreografiado pelo autor a partir da intriga provocada por uma provável aventura extramatrimonial de Luciano e a depressão crônica de Alicia que a induzirá à ingestão sem control de antidepressivos e a cair no poder do Profesor Trauman, um acólito da psiquiatria do sintoma e a culpabilidade, que anulará a personalidade de Alicia para explodíla sexualmente. A organização e combinação de bens de consumo como detergentes e eletrodomésticos junto a outros objectos (retratos, cruzes...) utilizados a modo de emblemas ou também como elementos alegóricos e, inclusive, como símbolos plenos, unidos à experiência social ou individual da memória dispõem simultaneamente o contexto sociocultural e o confronto entre a distinta extensão perceptiva das personagens e o tempo subjectivo da narração alheo ao espaço físico, que se adequa à geografia lendária do mito familiar da imagem redobrada dos pais. Um desafio dramático que se translada ao domínio da mente quando o Doctor Vertigo aparece para resgatar à protagonista dos abusos psíquicos dos agentes sociais (a moda, os progenitores, o Profesor Trauman) . O super-psiquiatra se sumerge no sonho de Alicia descubrindo uma mente impregnada de consignas religiosas e tratando de desvelar a autêntica causa do mistério da depressão à medida que supera as barreiras sexuais e as intoxicações que o professor Trauman enxertara na psique de sua nova paciente.Se alguém encontra este velho álbum... Trata-se de um desses quadrinhos que deveriam publicar-se em todos os países. Não é casualidade que Martí dedicará este álbum ao psiquiatra Carlos Castilla del Pino el Psiquiatra rojo (e uma citação de John Lennon, "Nada é real").
Título:Forza Depor! e Eurodepor. Roteiro: Henrique Tello León e Enrique Vázquez Pita. Desenhos:Enrique Vázquez Pita. Editorial:Forza Depor (autoedição), Eurodepor (Bahia Edicións). Data de publicação: Forza Depor! (1992) , Eurodepor (1993).
[Cadernos grampados, 30x21,capa colorida, interior preto e branco, 44 páginas. Eurodepor inclui um poster do Deportivo 1993-94 ilustrado por Enrique Vázquez Pita] Paixão e história do Superdepor, depois do regresso da equipe formada pelo hoje mítico presidente do clube Cesar Augusto Lendoiro e o treinador Arsenio Iglesias à primeira categoria do futebol espanhol. Uma das curiosidades futebolísticas refletidas nesta BD é a agressão de Diego Armando Maradona ao jogador do Deportivo Alberto Albístegui: O 6 de fevereiro de 1993, Carlos Salvador Bilardo, quiçá o pior e mais violento dos treinadores que eu vi na TV, assassinou o esporte profisional nesta cena quadrinhizada polos autores de Forza Depor e Eurodepor. Bilardo ataca verbalmente ao médico de sua equipe enquanto este ajuda ao jogador do Deportivo, ademais, sua frase "Pisálo. Pisálo. Los colorados son nuestro. ¡Los colorados son los nuestros! ¡Al enemigo ni agua!" (Pisai-o. Pisai-o. ¡Os colorados são nossos! Ao inimigo nem água)se voltaria célebre guia e cânone da arte do desprezo à vida gerando outro episódio muito desagradável durante o partido final da Recopa de 1995 entre o Arsenal e o Real Club Zaragoza. Efetivamente, depois da derrota de sua equipe, os jornalistas ingleses escreveriam sobre a bondade e os sentimentos do público espanhol ao confundir a pronunciação da frase 'bilardiana' Pisálo. Pisálo.com Peace and love. A frase assassina do público espanhol que forçava à polícia a golpear aos espectadores ingleses. A história do Superdepor é melhor em suas vitórias e suas derrotas do que o assassino Bilardo, assim se reflete nesta curiosa BD em língua galega com Ñ. [Link]--> Forza Depor e Eurodepor Divulgando Banda desenhada []--> Álbuns de BD imprevisíveis e difíceis de obter (X) - Luís Figo e a Taça Mundial contra a tuberculose (Provas pré-impressão) Marcus Ramone no Universo HQ []--> Futebol e quadrinhos: uma caixinha de surpresas e fortes emoções.Futebol em quadrinhos
Título:Profundo. Roteiro e desenhos: José Gimeno. Editorial:Dude Comics, coleçãoDude Gold. Data de publicação: 2002 (livro I) e 2003 (livro II).
[Álbum 26x17, preto e branco (grises), 56 páginas, capa branda. Prólogo de Norman Fernández no livro II.] A verdade é que resulta moi díficil atopar-mos histórias em quadrinhos de horror atualmente! Não me refiro à lista telefônica das Obras completas de Steve Niles que uma facinorosa editorial espanhola publica para torturar aos leitores de banda desenhada. A produção de quadrinhos de horror declinou depois do desaparecimento das revistas de historietas, especialmente, as revistas da editorial Toutain (Josep Toutain foi uma figura fundamentalna projeção internacional da Historieta espanhola como editor, agente de desenhistas e ilustradores, que trabalharam nas revistas norte-americanas Creepy, Vampirella ou Eerie durante os anos setenta e oitenta do século passado, inclusive depois do cancelamento daquelas publicações). Eu mesmo, leitor mórbido desta classe de quadrinhos, não consigo comprar mais de dois ou três álbums cada ano, comummente, uma novidade, uma obra argentina, e a reedição de um quadrinhista morto. No 2009 penso que merquei (links): revista monográfica Cthulhu, Waldemar Daninsky. El origen de la maldición eVisiones(publicada no 2008). Vai em meu nome, eu me desafoguei! Da editora Dude Comics, se tenho alguma coisa que posso apontar é que foi uma de minhas favoritas. Talvez fora por iso que ela morreu? Sua ausência foi apenas uma espécie de auto-exílio já que seu editor e algum dos quadrinhistas relacionados com Dude hoje publicam algumas de suas obras na coleção Siurrell (um selo editorial da empresa Dolmen). É o que se conhece como 'cómic popular' ou 'cómic de gênero' na Espanha quando se tenta contrapopor ao 'cómic independente'. Mas não perguntem, eu ainda não aprendi a distinguí-los facilmente. Uma última nota a respeito desta editorial, que conseguira ir mais além da vision turva das licenças extranjeiras de quadrinhos, eles trabalharam com um famoso roteirista. Um dos mais entusiastas membros do fandom da Silver Age que chegariam a incorporar-se à criação dos quadrinhos de superhéroes chamado... Serás capaz de atopar seu nome na listagem de quadrinhos da Dude Comics? [link]-->Guía del cómic Profundo comeza com uma imersão noturna na que o protagonista é franqueado por duas criaturas semi-humanas. Un sonho de comunhão macrocósmica cuja sonoridade inquietante remata sendo experimentada como uma visão terrível pelo sonhador ao acordar de súpito no interior do templo ante seu reflexo. Uma fidedigna representação onírica do complexo da ligadura enfrentada com repugnância na realidade diurna. Tal que se fosse um dos contos de Lovecraft, pois esta é uma das melhores histórias aos quadradinhos baseados nas creaçoes fantásticas do escritor de Providence que eu li até agora. Na ambientação e o fascínio de tudo o que rodeia aos personagens é essencial o lugar. À procura do medo, José Gimeno situa a narração em seu próprio país unindo as velhas pedras de Galiza aos fragmentos da memória familiar do professor universitário Alex Lenoir. Vítima de uma maldita doença pela que seu médico, o doutor Areces, parece ter um ínteres especial. De fato, quando Alex se põe em caminho junto com Noemí e Pablo na procura da tranqüilidade e o mar que lhe reclamam o doutor decidirá atuar mais libremente utilizando ums assasinos para manter vigiado a seu paciente. Uma ação que precipitará a assunção da herança secreta de Alex Lenoir; a couraça do monstro, a redondez plena do recinto oculto sob a casa de um povo que já não existe, um lugar "composto de ruinas e pantasmas sem futuro", como foram ou deveram ser noutra época, como ainda poderiam seguir sendo. Pois as costas da Galiza e as casas antigas de Loira... Loira, um espaço de quietude interior fundado arquetípicamente contra o mar e o mundo moderno. Casualmente José Gimeno nasceu na mesma cidade na que eu morei, o bairro de Monte alto da Coruña no que hoje a vizinhança, especialmente os mais velhos, sofrem as ameaças e o acosso urbanístico de construtores e poderes públicos. Não posso imaginar um lugar mais apropriado para recordar esta banda desenhada lovecraftiana, cerca do mar, junto à turística Torre de Hércules e o cárcere provincial.O desenhista []--> José Gimeno Cinema gore trash na costa da Galiza, blog Cinema Tortura de Welber Lucas Silva []-->Dagon
Vinhetas de cristal. A grande impressão da semana está na revista-webTebeosfera, ao principiar este novo número quatro há artigos interessantes sobre mas um deles (especialmente surpreendente para mim) recordoume uma columna deSonia M. Bibe Luytenno Universo HQcom o título de [link]-->Portugal: das histórias aos quadradinhos às bandas desenhadas. Encontrei nesa seção Quadrinhos pelo mundo a porta do quarto da prensa satírica portuguesa, um personagem emblemático, autores e o nome de uma revista, Lanterna Mágica, cujo sentido tenho reparado depois dá leitura deViñetas de cristal. Las historietas de las placas de linterna mágica en el ámbito doméstico (1850-1920)(TEBEOSFERA, Madrid, 31-VII-2009), dos investigadores Francisco Frutos EstebanyCarmen López San Segundo. "Athanasius Kircher quadrinhista!", será que no futuro esta brincadeira vai ser clássica? É sério. O artigo faz parte da tese dos autores, 'uma máquina maravilhosa', sua comercialização, suas temáticas, sua utilização como meio de comunicação. E agora a conmemoração inesperada... 150 Anos da Historieta espanhola![link]-->El bilbaíno Víctor Aparicio Landaluze, pionero del cómic español en cuba (UNIVERSIDAD DE DEUSTO, SAN SEBASTIÁN, VII-2004) . Um texto teórico do investigador Manuel Barrero no que examina a obra de Víctor Patricio Landaluze na imprensa satírica cubana e o desenvolvimento e as origens da Historieta da época. Eumeraçao de antecedentes nas primeiras historietas e "protohistorietas" segundo diferentes investigações, formas de difusão, originalidade da estructura que conforman imagens e textos na obra. Título:Historietas sevillanas. Roteiros e desenhos:Andrés Martínez de León. Editorial: Viaje a Bizancio Edidiones. Data de publicação:2008.
[Álbum 27x19, 64 páginas, preto e branco, capa dura. Introdução do historiador e crítico dos quadradinhosAntonio Martín.]
Um novo milagre da editorial Viaje a Bizancio, a restauração e publicação do primeiro "comic-libro moderno español" (foi publicado em 1926). Folclore, touros e toureiros, história urbana e social, em resumo, um importante trecho da História da Historieta. Velhas, mais ainda diertidas: A editora mostra páginas []--> Viaje a Bizancio Ediciones Andrés Martínez de León []--> TebeosferaMartínez de León. Humor gráfico en la Guerra civil y bajo el franquismo. (TEBEOSFERA, SEVILLA, 01-XII-2008) Manuel Barrero. Mais quadrinhos []--> Nilson, o guerrilheiro do cartum
Gibi Tebeo Cómic Histórias em quadrinhos HQ Banda desenhada BD Quadradinhos Historieta Quadrinhos Revista de historietas Revista em quadrinhos Dibujante Desenhista Historietista Quadrinhista
Este blog não posue uma intenção crítica, senão o desejo real de criar algum vínculo entre os leitores de quadrinhos espanhóis e lusófonos mediante um singelo arquivo.